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postado por Wilson Duarte no dia 10.02 arquivado em #beyoncé

O Jornal Los Angeles Times, como todo ano, faz uma retrospectiva dos indicados na mais importante categoria do Grammy Awards, o de Álbum do Ano. O foco principal ficou com Adele e Beyoncé.

É uma disputa difícil entre as duas, das quais concorrem com Drake, Justin Bieber e Sturgill Simpson. Vários sites e revistas especializadas já deram seus palpites, mas ninguém se arrisca em dizer que está certo, pois a academia do Grammy é muito instável. Nem sempre o que fez mais sucesso ou que mais vendeu, é quem vence a categoria.

Para Adele e Beyoncé, a linha de chegada terá a mesma forma: um lugar privilegiado na cerimônia, onde cada uma é nomeada para vários prêmios, incluindo álbum, gravação e música do ano.

Ambas comandam um público grande e leal. Elas gozam da estima universal, dos críticos e dos formadores de opinião. Geralmente escolhem com quem trabalhar, porque todos da indústria musical morrem de vontade de trabalhar com elas.

O sucesso incomparável de Adele e Beyoncé, dá a impressão de que o Grammy seria como o fim de uma corrida entre as duas. Mas os caminhos que as levaram para chegar até lá, são os mais diversos possíveis.

“Elas são, indiscutivelmente, as duas pessoas mais talentosas da indústria musical”, disse o produtor e compositor Ryan Tedder, que já trabalhou com as duas. “Elas estão nos extremos. Isso é excitante”.

Adele, com uma balada britânica de sentimento profundo, seguiu uma rota à moda antiga, inspirada em estilos musicais familiares à um fã de Barbra Streisand, enquanto Beyoncé, visionária Fierce do pop-soul, abriu uma trilha mais moderna, puxando uma estonteante variedade de gêneros e texturas.

Em seu álbum 25, Adele canalizou o drama interno das relações pessoais, resistindo a qualquer desejo de mergulhar na política. Beyoncé fez de Lemonade, uma declaração orgulhosa em ano eleitoral, conectando problemas de uma mulher para as lutas mais amplas enfrentadas pelos negros.

Elas se recusaram a ser entrevistadas para anunciar o lançamento dos álbuns. Elas até definiram a melhor forma de colocar suas músicas no mundo; com a Adele apoiando-se fortemente nas vendas de CDs e Beyoncé, explorando a nova tecnologia de streaming digital.

O contraste entre essas superstars reflete como a música está em um processo de transição, quando se há um modelo estabelecido construído em hits para as rádios e um produto físico, para um sistema mais adaptável que usa a internet para alcançar os fãs onde quer que eles estejam.

É uma evolução que podemos ver através das nomeações para o Grammy deste ano, que reconhecem atos tão diversos como Drake; o rapper canadense que domina streaming e as mídias sociais, e Sturgill Simpson, o maverick da música raiz.

Na categoria de Artista Revelação, os nomeados incluem Chance the Rapper, cujo álbum Coloring Book está disponível apenas para stream; a jovem estrela do país Maren Morris, que atraiu fãs do pop com o single “Hero”; e os Chainsmokers, o dopey mas eficaz duo de EDM que ainda não se incomodou com um álbum tradicional, construindo sua base de fãs ao invés de shows em festivais e uma série de singles inescapáveis.

Até mesmo uma categoria aparentemente estável, como Melhor Performance de Rock, sente-se fragilizada pela mudança: Here, do Twenty One Pilots e o falecido David Bowie, estão competindo contra o Alabama Shakes e Disturbed, que marcaram indicações com aparições na televisão e, mais tarde, encontraram o público on-line.

Nessa categoria de rock, Beyoncé compete com “Don’t Hurt Yourself”, um dueto com Jack White e sample de Led Zeppelin.

Em meio a essa instabilidade, Adele representa a persistência e o valor da tradição. Cheio de belas melodias e confissões desarmantes, 25 é magistralmente composto e ainda mais magistralmente entregue. As canções como “All I Ask,” “Million Years Ago” e “Hello” é o que os participantes de The Voice sonham quando estão dormindo.

E 25 demonstra que a velha maneira de fazer as coisas ainda pode funcionar. O álbum que Adele inicialmente se recusou a colocar em serviços de streaming, conseguiu o primeiro lugar com “Hello” e vendeu mais de 10 milhões de cópias nos Estados Unidos. Um número muito grande que eu pensei que ficaria para trás com Michael Jackson e Fleetwood Mac.

Quando ela chegar na cerimônia, no Staples Center, ela estará retornando ao local em que ela se apresentou oito vezes no ano passado, arrecadando mais de 13,8 milhões de dólares, de acordo com a Billboard Boxscore.

Beyoncé, entretanto, abraçou as possibilidades criativas e estruturais da era digital. Antes que ela tivesse disponibilizado Lemonade para compra, com sua jogada de mestre e muito jogo de cintura, o “visual album” chegou sem nenhum aviso prévio na HBO. Depois disso, ele foi transmitido exclusivamente no Tidal e, em seguida, finalmente fez o seu caminho para o iTunes.

E apesar de seu single “Formation” ter quebrado o top 10, Lemonade não foi impulsionado pelo sucesso na rádio, o que provou ser em grande parte indiferente ao som experimental do álbum.

Não importa: “Formation”, juntamente com “Hello”, foram indicados ao Grammy para Gravação do Ano e Música do Ano. E a turnê de 2016 da Beyoncé em estádios, que parou no Rose Bowl e no Dodger Stadium, arrecadou mais de $250 milhões.

“Beyoncé não tem essa pressão para se conformar com o que a rádio quer”, disse o produtor e DJ Diplo, que trabalhou no Lemonade, e em Purpose do Justin Bieber, que também concorre para Álbum do Ano. “Ela é tão elevada como uma marca que ela é capaz de correr riscos e viver com eles.”

Como Diplo diz, é a força da personalidade de Beyoncé – e a habilidade com que ela a apresenta – que a permitiu criar seu próprio caminho, navegando ao redor de muitas práticas de pop-star esperadas. Quando ela anunciou este mês que está grávida de gêmeos, por exemplo, ela não fez isso na TV ou em uma entrevista com Us Weekly, mas no Instagram, onde ela postou a imagem de uma sessão de fotos elaboradamente encenada.

As imagens rapidamente se tornaram virais porque os fãs as compartilharam com um entusiasmo que poderia ter eclipsado o amor que eles têm por membros de suas próprias famílias.

Esse sentimento de conexão não é menos importante para Adele, mesmo que seus movimentos sejam mais convencionais. Porque seus fãs sentem que a conhecem, eles são intensamente dedicados – quase investidos – em seu sucesso, como ficou claro quando ela estabeleceu um novo recorde vendendo 1,1 milhões de downloads pagos com “Hello” na semana em que foi lançado.

“A música estava disponível para streaming de graça”, disse David Bakula, analista de música e negócios da Nielsen Entertainment. “Os consumidores ainda queriam comprá-la.”

Mas e os jurados dos Grammy? Que venha a noite de domingo, qual destas divas do pop manterá mais influência: a classicista natural ou a inovadora destemida?

História pode apontar vitória para Adele, não só porque ela levou Álbum do Ano com 21 em 2011, mas porque Beyoncé perdeu o mesmo prêmio há dois anos para Beck, que naquela época estava profundamente em uma fase classicista natural.

Mas talvez a academia do Grammy tenha se transformado junto com sua indústria.

Clique nas imagens abaixo para conferir scans da matéria:


postado por Wilson Duarte no dia 10.02 arquivado em #beyoncé

Acontece logo mais, a premiação mais importante no mundo da música, o Grammy Awards 2017. Nós, aqui do Beyoncé Brasil, vamos explicar certinho como acompanhar a cerimônia que premia os melhores do ano.

Nossa Queen B é a artista com o maior número de indicações. Ela concorre em 9 categorias, incluindo Álbum do Ano com o LEMONADE, sucesso de críticas em 2016.

Como de costume, o Grammy Awards é exibido pela rede de canal CBS nos Estado Unidos, mas como pra gente o que interessa é o Brasil, aqui a premiação será exibida domingo, pelo canal TNT.

O evento acontece às 23h, horário de Brasília. O tapete vermelho será transmitido pelo canal E! a partir das 21h.

Caso você queira acompanhar a cerimônia online, estaremos fazendo uma transmissão ao vivo e em HD aqui no nosso site, logo abaixo.

Para conseguir assistir você deve estar navegando no site através de um computador.

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postado por Rafaella Silveira no dia 10.02 arquivado em #beyoncé

Recentemente, Beyoncé parou a internet ao anunciar através de uma foto no Instagram que está grávida de gêmeos. A publicação foi inclusive a mais curtida da história da rede social.

Após a notícia, o pai de Beyoncé, Mathew Knowles, disse durante uma entrevista ao The Insider que foi pego de surpresa, assim como o resto do mundo.

“Eu fiquei chocado. Recebi a primeira mensagem e fiquei tipo ‘por que essa pessoa está me desejando parabéns?’ Depois recebi a segunda mensagem de um dos meus alunos da Texas Southern e eu perguntei: ‘do que você está falando?’ Ele falou pra eu pesquisar na internet. Eu não sabia de nada.”

Diferente dele, Tina Lawson, mãe da Beyoncé, já sabia da novidade há algum tempo. Apesar disso, ele pareceu aprovar a decisão da filha como artista.

“Foi inteligente. Como uma decisão de negócios, acho que foi estratégia. Acho que há mais por vir.”

Ele também falou sobre a conversa que teve com ela pelo telefone.

“Ela parecia um pouco cansada porque está trabalhando na apresentação do Grammy. Nós tivemos uma conversa maravilhosa de pai e filha. Estou extremamente orgulhoso e feliz.”

Mathew também levantou suspeitas sobre o sexo dos bebês.

“Blue Ivy terá irmãs e irmãos.”

A jornalista, então, perguntou se ele estava dizendo que Queen Bey teria um casal, e ele desconversou.

“Não sei. Por isso tenho que dizer que ela terá irmãs ou irmãos.”

O que contribuiu mais ainda para as suspeitas que os fãs já tinham com relação ao sexo das crianças.

Uma foto publicada por Beyoncé (@beyonce) em

Pois sempre que Beyoncé está vivenciando algo grandioso, surgem várias pistas sutis que muitas vezes só são percebidas após alguma revelação. Desta vez, eles acreditam que a cor da calcinha (azul) e o sutiã (rosa) estejam indicando um menino e uma menina. Será?


postado por Fernando J. no dia 09.02 arquivado em #beyoncé

Segundo o portal TMZ, fontes ligadas ao Grammy Awards revelaram que Beyoncé está ensaiando para sua performance na premiação que acontece domingo, dia 12. Elas disseram que será algo bem diferente do que a artista costuma realizar. Por conta de sua gravidez, Beyoncé vai “pegar leve” nesta edição.

Ainda de acordo com o TMZ, haverá uma tela digital elaborada no palco, que vai criar um movimento capaz de cobrir um ritmo mais lento, além de uma aparição surpresa durante o desempenho da cantora. OMG! Será?!

Vale lembrar que Queen Bey foi indicada 9 vezes, incluindo Álbum do Ano, com o tão aclamado LEMONADE. O evento acontece em Las Vegas e será transmitido pelo canal CBS. Aqui no Brasil, você pode acompanhar a cerimônia pelo canal TNT, a partir das 23h.


postado por Wilson Duarte no dia 08.02 arquivado em #beyoncé

A revista Billboard, um dos veículos de comunicação mais respeitados no cenário musical, fez uma lista com as cem melhores performances de todos os tempos em premiações, englobando quase meio século de shows. Ao lado de Michael Jackson, Madonna, Prince, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Tina Turner, Whitney Houston, Dolly Parton e James Brown; Beyoncé aparece em primeiro lugar.

A performance no VMAs 2016 é a responsável pela liderança. Foi a primeira aparição de Beyoncé na televisão após o lançamento do álbum visual, LEMONADE. Ao longo de 15 minutos, Queen B fez um medley da obra considerada a melhor do ano de 2016 por diversas revistas especializadas como, TIMES, Rolling Stone e a própria Billboard.

Para o colaborador Andrew Unterberger, não é preciso mais de cinquenta anos para declarar que o Medley LEMONADE é o melhor desempenho de todas as premiações. “O desempenho de 18 minutos da Bey está tão à frente ao restante da história de apresentação em premiações, que é como comparar o público da TV aberta contra o público de Game of Thrones”, declara o jornalista.

“Sinceramente, a única competição real de Beyoncé nesta lista é com ela mesma há dois anos atrás [Medley BEYONCÉ – Vanguard Awards]. Mas, enquanto sua performance autointitulada em 14 minutos era ainda essencialmente um medley, o de 2016 não era nada menos do que o drama em que Beyoncé foi a estrela. Dramática e conduzindo a performance como só ela é capaz de executar, ela tinha nas mãos um bastão de beisebol para atacar qualquer artista que ousasse entrar em seu caminho”, explica Unterberger.

“Foi memorável. Teve técnica profissional, teve emoção, paixão… aquela performance foi completamente imprevisível. Foi Beyoncé no VMAs, e não tinha como ficar melhor que isso”, constata.

Outras apresentações de Beyoncé figuram a lista dos 100 melhores. Ela é a artista feminina com o maior número de apresentações na lista.

Em 22º lugar, ficou a performance de “Love on Top” no VMAs 2011, quando Beyoncé anunciou sua primeira gravidez.

Em 33º lugar, ficou a parceria de “Daddy Lessons” com o grupo Dixie Chicks, apresentada no CMA Awards em novembro de 2016.

Em 46º lugar, ficou o medley do álbum visual BEYONCÉ realizado no VMAs 2014, quando Beyoncé recebeu das mãos de JAY Z e Blue Ivy, o prêmio Michael Jackson Vanguard Awards.

Confira a lista completa no site da Billboard.






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