Posts arquivados em #beyoncé




postado por Rafaella Silveira no dia 05.01 arquivado em #beyoncé

Ontem, Sunni confirmou através de seu perfil oficial no Twitter que Beyoncé e Jay Z estarão amanhã (06) em Washington, na Casa Branca para a última festa de Barack Obama.

Logo em seguida, surgiram diversos rumores sobre Beyoncé performar na despedida do primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Fontes como XXL e The Washington Post comentaram a suposição, mas foi o That Grape Juice que confirmou que uma apresentação da cantora ocorrerá esta sexta-feira à noite.

“Ela assinou para performar em um evento criado para desejar adeus ao Presidente Obama enquanto ele se prepara para deixar a Casa Branca.”

Infelizmente, Obama não será o único a despedir-se, também será um momento de despedida para Beyoncé e Jay Z, pois sabemos que com a vitória de Donald Trump, o casal ficará longe da sede oficial do poder executivo, pelo menos por um tempo.


postado por Fernando J. no dia 03.01 arquivado em #beyoncé

Dias atrás, alguns rumores apontavam que Beyoncé se apresentaria no Coachella este ano. Hoje, foi confirmado que a cantora será uma das headliners do festival que acontece no mês de abril em Indio, Califórnia.

Beyoncé será atração principal do Coachella 2017 no dia 15 e 22. Outras artistas como Kendrick Lamar, Lorde e Future também foram confirmados.


postado por Rafaella Silveira no dia 31.12 arquivado em #beyoncé

2016 foi um ano experimental para a maioria dos artistas que lançaram músicas. E para fechar esse ciclo, os resultados começaram aparecer através de listas dos Melhores do Ano. Beyoncé foi a que mais se destacou no mundo da música, sendo a artista mais buscada na ferramenta de pesquisa do Google e também teve “Formation” como a canção mais buscada na rede.

Antes mesmo da febre Lemonade e todas as questões que foram debatidas com o novo álbum, Beyoncé se mostrou tranquila, como se nada tivesse prestes a acontecer. Em dezembro de 2015, Coldplay chamou Beyoncé para fazer uma participação no último álbum da banda. A parceria aconteceu nas músicas “Hymn for the Weekend” e “Up & Up”. O vídeo da primeira música foi lançado em janeiro de 2016 e contou com Beyoncé caracterizada como uma rainha indiana. A segunda música também foi lançada como single e conta somente com os vocais da Beyoncé.

Em janeiro de 2016, Beyoncé fez uma participação surpresa no Lip Sync Battle dançando “Run the World (Girls)” com o ator Channing Tatum. O programa teve uma audiência de 2,5 milhões de telespectadores.

Em fevereiro, a banda Coldplay estava cotada para apresentar o Halftime Show na final da Liga Nacional de Futebol Americano, a NFL. A transmissão da final é o programa de maior audiência dos Estados Unidos. Coldplay chamou Beyoncé, Mark Rondon e Bruno Mars para celebrar os cinquenta anos da NFL.

Dois dias antes do show, Beyoncé lançou a música “Formation”. O vídeo era recheado de semiótica do início ao fim. Fazia referência ao furacão Katrina e questionava a violência policial contra a comunidade negra. Confira nossa matéria sobre 5 momentos do clipe que provam sua importância clicando AQUI.

Chocando o mundo com a representatividade negra, a sociedade ainda se perguntava o que estava acontecendo. No dia da final da NFL, Beyoncé usou o momento de maior audiência dos EUA para dar voz aos negros que sofrem com a repreensão social e política.

Usando uma roupa em homenagem à Michael Jackson, Beyoncé estava acompanhada das bailarinas caracterizadas como integrantes do Panteras Negras, dançando o melhor que podiam e dizendo que tinham orgulho de serem negras com nariz e cabelo afro.

Segundos depois da apresentação, a internet estava em estado de choque, ninguém sabia o que iria acontecer, mas os fãs da cantora estavam com receio de boicote, pois no intervalo comercial, Beyoncé divulgou que estaria em turnê dois meses depois e sem álbum novo.

Era muita informação de uma vez só. O que iria acontecer dali pra frente, era um mistério. Lançamento de “Formation”, ato político em um evento realizado por homens brancos e feito para a elite, comercial na TV. Enquanto os fãs surtavam, Beyoncé estava de camarote rindo na nossa cara e tomando um champanhe Ace of Spades da fábrica Armand de Brigna adquirida por Jay Z recentemente que chega custar R$7 mil.

Qual seria o próximo passo da Beyoncé? O que ela pretendia fazer com todo esse rebuliço que ela causou em pouco mais de 3 minutos na TV?

Uma semana depois, veio o Grammy Awards. O público aguardava pela aparição da cantora. Todos queriam uma apresentação de “Formation”, mas a cantora foi para entregar o prêmio de Gravação do Ano para o amigo Bruno Mars.

Fevereiro e março começaram as vendas da Formation World Tour. Mais de 200 mil ingressos vendidos em apenas dois dias.

Em uma festa na escola de Blue Ivy, a garota preferiu levar a mãe dela do que um prato de salgadinho ou uma garrafa de refrigerante. A festa era realizada para arrecadar fundos para uma instituição de caridade. Beyoncé compareceu ao evento e fez um mini show para os pais que estavam presentes.

O mês de abril foi o mais louco de todos. Com anúncio de documentário na HBO, Beyoncé lançaria o Lemonade. Todos aguardavam pelo filme de 1h da cantora. O que seria Lemonade? De onde ela tirou isso?

Antes disso, Beyoncé lançou a Ivy Park, linha de roupas esportivas para o público feminino. A parceria com a Topshop deu tão certo que tiveram que arrumar algum “podre” pra poder criticar Beyoncé. O boicote estava se aproximando, mas só se aproximando mesmo porque não tem ninguém com coragem o suficiente pra bater de frente com a artista mais influente da geração atual.

Sete dias depois do lançamento do álbum na plataforma de streaming TIDAL, deu-se início à Formation Tour em Miami. Os fãs foram surpreendidos pela estrutura do palco que contava com muita luz, água e um telão de sete andares em led, digno somente do U2 se apresentar para o público.

A turnê com show na América do Norte e Europa, foi a mais rentável do ano com apenas 49 datas.

Em maio, Beyoncé emplacava todas as músicas do álbum na HOT 100. Pela sexta vez consecutiva, ela colocava o álbum em primeiro lugar na Billboard 200. A única ártica feminina a conseguir esse feito.

Entre shows e descanso, Beyoncé apareceu no MET Gala vestida de látex da Givenchy, assinado por Riccardo Tisci. O vestido virou meme na internet.

Em junho Beyoncé recebeu o prêmio Fashion Icon no CFDA Awards. No discurso ela homenageou sua mãe, Tina Lawson e seu tio já falecido que ajudava a costurar as roupas das meninas no Destiny’s Child.

No mesmo mês aconteceu o BET Awards. Beyoncé performou “Freedom” ao lado de Kendrick Lamar. Com um discurso de Martin Luther King, eles abriram a premiação reforçando a raça negra e clamando por liberdade. Beyoncé foi recordista de indicações e vencedora de cinco prêmios, mas não ficou para recebê-los porque no outro dia teria mais um show para realizar.

Em Glasgow, em outro show da turnê na Europa, ela homenageou as vítimas da brutalidade humana. No telão de 7 andares, era exibido o nome de cada vítima do racismo e intolerância nos Estados Unidos.

No mês de agosto, Beyoncé performou um Medley do LEMONADE (assista aqui). Ela conquistou 8 astronautas de prata e se tornou a artista mais premiada de todos os tempos no VMAs. O show de talento e representatividade foi tão elogiado, que Beyoncé foi consagrada como rainha da premiação pela própria MTV. Além dela, quem mais roubou a cena foi a Blue Ivy.

No início de setembro, ela comemorou muito todos os prêmios e críticas positivas em mais uma festa no seu aniversário.

Em outubro, a Formation “World” Tour chegou ao fim em Nova Jersey. Teve participações especiais com Serena Williams em “Sorry”, Jay Z em “Drunk in Love” e Kendrick Lamar em “Freedom”. A turnê encerrou com apenas 49 datas. Infelizmente realizada somente nos Estados Unidos e Europa. Brasil e outros países da América Latina ficaram de fora. Além do continente Africano, Ásia e Oceania.

No mesmo mês, Beyoncé se apresenta no TIDAL X 1015. Mais um evento da plataforma de streaming do Jay Z para arrecadar fundos para a organização Robin Hood. Beyoncé performou “6 Inch/Haunted” e “All Night” (veja aqui).

Ainda em outubro, ao lado de Tina, Blue Ivy e Jay Z, Beyoncé se fantasiou de Salt-N-Pepa e Black Barbie para o Halloween.

Novembro foi mais um mês para polêmicas. Junto com Dixie Chicks, Beyoncé performou a música “Daddy Lessons'” no Country Music Awards. Foi tanto assunto que o CMA teve a maior audiência de todas as premiações já realizadas. Beyoncé, mais uma vez, foi alvo de críticas pelos brancos do Country. Eles diziam que não precisavam de uma negra cantando as músicas deles e que lá não era o lugar dela, pois o universo de Beyoncé é o mundo pop.

No final das eleições presidenciais dos Estados Unidos, Beyoncé decidiu dar apoio aos democratas e participou de um comício na campanha de Hillary Clinton em Cleveland. Apesar do apoio de Beyoncé e vários outros artistas, Donald Trump acabou vencendo a eleição, escolhido pela maioria dos delegados.

Solange lança o álbum A Seat at the Table e Beyoncé vai ao programa Saturday Night Live prestigiar a irmã que teve um dos melhores álbuns do ano, eleito por várias revistas especializadas.

Em dezembro, Beyoncé realizou uma exibição especial do Lemonade e performa (a música que fecha e dá sentido ao álbum) “All Night” para os funcionários da Parkwood Entertainment em uma festa de fim de ano.

Encerrando o último mês do ano, Beyoncé recebe 9 indicações no Grammy Awards (leia aqui). Ela concorre nas melhores categorias, incluindo Álbum do Ano e a polêmica Melhor Performance de Rock. Dia 12 de fevereiro já tá aí. Estamos ansiosos para o que ela irá fazer. Vocês, assim como nós, sabem que será babado, confusão e gritaria.


postado por Fernando J. no dia 28.12 arquivado em #beyoncé

“Nenhum outro artista conseguiu capturar a experiência da muher negra como Beyoncé e Solange fizeram em 2016.”

Esse ano, Beyoncé e Solange lançaram suas obras musicais, Lemonade e A Seat The Table, ambas abordando temas como racismo e feminismo negro. Por isso, a Essence Magazine publicou um maravilhoso artigo no qual destaca a importância que as irmãs Knowles tiveram para as mulheres negras em 2016.

Nele, a revista fala sobre como B e Sol além das letras, usaram a moda para passar suas mensagens.

Confira um techo da publição:

Podemos dizer isto com total confiança e quem ouviu ou assistiu seus respectivos álbuns visuais, Lemonade e A Seat At The Table concordaria. Mostre-nos uma mulher negra que não foi tocada por uma ou ambas essas mulheres em 2016, e vamos mostrar alguém que pode precisar se sentar, reavaliar e honestamente, verdadeiramente entrar na formação.

Talvez as obras magistrais de Bey e Sol tenham sido provocadas por uma profunda conversa sobre a vida com sua mãe sempre perspicaz, a quem chamamos carinhosamente de “Mama Knowles”. Ou talvez, a comunidade negra tenha uma consciência astuta da posição que continuamos a ter neste país. Mas, muito provavelmente, foi uma mistura divina de tudo…

Enquanto 2016 foi algo como uma mina terrestre emocional, as irmãs Knowles conseguiram elevar, inspirar e contar uma história magnífica, dilacerante, esperançosa da feminilidade negra através da moda.

Leia o artigo completo no site clicando AQUI.


postado por Rafaella Silveira no dia 26.12 arquivado em #beyoncé

Ela manda no mundo e contribui para que seja um mundo melhor! Beyoncé foi eleita a celebridade mais caridosa de 2016 pela ONG Do Something em sua lista anual Celebs Gone Good, que reconhece estrelas que usam sua fama para realizar mudanças sociais.

Aos 35 anos, ela fez com que a sociedade refletisse sobre diversas causas este ano, incluindo Black Lives Matter, a crise de água potável na cidade de Flint, Michigan, para a qual doou U$ 82 mil e igualdade de gênero.

Com “Formation”, Queen Bey direcionou todos os holofotes para a questão dos negros sendo assassinados por policiais nos Estados Unidos, levando consigo para o MTV Video Music Awards as mães de Eric Garner, Michael Brown, Oscar Grant e Trayvon Martin, negros que foram mortos pela violência policial. Além disso, ela performou em um concerto de caridade do Tidal para beneficiar a Fundação Robin Hood e apoiar a educação.

Sua mais recente ação beneficente foi este mês em parceria com Jay Z, onde crianças carentes do Brooklyn receberam mais de 100 Barbies negras. Leia a matéria clicando AQUI.

Você pode conferir o ranking completo no site da revista US Weekly.






Beyoncé Brasil Todos os direitos reservados